Resenha: Sucker Punch - Mundo Surreal - Adolescência Alternativa

Resenha: Sucker Punch - Mundo Surreal

Oi oi gente,perdão pela demora, estava sem net .-. Que bom que vocês gostara da Cuti Cuti amores, pois bem, vim trazendo nesse domingo um filme que eu vi ontem (mais uma resenha tia Shay?) e.. cara, eu ameeei, bom.. o nome dele é Sucker Punch Mundo Surreal, bom, vamos a resenha né.

Elenco: 
Babydoll (Emily Browning)
Blondie (Vanessa Hudgens)
 Rocket (Jena Malone)
Amber (Jamie Chung) 
Sweet Pea (Abbie Cornish)

   Ambientando na década de 50, uma garota é internada em um sanatório pelo seu padrasto ganancioso, o qual pretende ser o único herdeiro da fortuna deixada por sua mãe. Dali em diante, ela passa a enfrentar terapias dolorosas, além da ameaça de que em 5 dias passará por uma sessão de lobotomia. Diante do medo, sua única saída será refugiar-se em sua própria mente. 

  As sequências que iniciam o filme são narradas pela menina Babydoll, transmitindo a ideia de um falso anjo protetor que a vigiava – seu padrasto, que, depois do falecimento da esposa e de descobrir que a herança da mulher indicava as filhas como herdeiras, tentou abusar sexualmente de ambas. As cenas (cujo fundo é decorado pela canção “Sweet Dreams” em tom dark) são seguidas pela internação de Baby num hospício, que servia (na verdade) como casa de prostituição adolescente. Para escapar do terrível lugar, a jovem criou um plano, (que envolveria a ajuda das outras confinadas) utilizando de sua sensual dança para atrair todas as atenções; enquanto se apresentava, Doll inventou um mundo imaginário onde deveria enfrentar monstros, exércitos e dezenas de obstáculos para que o esquema de fuga fosse bem sucedido.

 O estúdio aposta, além de tudo, na sensualidade das personagens e nas fortes sequências de ação, perseguições impossíveis, – envolvendo criaturas mitológicas, aviões, robôs – tiroteios contra monstros nazistas, batalhas medievais com direito a seres lendários e outros, assimilando-se com um jogo 3D. Cada “fase” vencida pela protagonista corresponde a uma coreografia feita por ela, enquanto suas companheiras saqueavam objetos que seriam utilizados na fuga do “manicômio”.